O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amapá (OAB-AP) estão unindo forças para enfrentar o golpe do “Falso Advogado”, prática criminosa que tem afetado tanto cidadãos quanto profissionais da advocacia no estado.
Na manhã desta quarta-feira (16), o presidente da OAB-AP, Israel da Graça, esteve reunido com o juiz auxiliar da Presidência do TJAP, André Gonçalves, para discutir medidas concretas de prevenção e combate a essa fraude. O encontro também contou com a participação dos secretários do TJAP, Adelson Marques (SGPE) e Teófilo Soeiro (SEGES), do assessor especial da Presidência, Clayton Ataíde, e do advogado Bruno Pacheco, coordenador de Fiscalização da Atividade Profissional da Advocacia no Amapá.
Durante a reunião, o juiz André Gonçalves ressaltou que a atuação integrada entre o Judiciário e a Ordem é essencial para garantir segurança jurídica à sociedade. “Recebemos hoje o presidente da OAB-AP para tratar de um problema recorrente: o golpe do falso advogado. O Tribunal de Justiça, em parceria com a Ordem, reunirá esforços para combater essa prática criminosa e proteger tanto os profissionais da advocacia quanto os cidadãos. É fundamental que ninguém seja lesado por criminosos que se passam por advogados. Esta parceria fortalece a segurança jurídica e o bem-estar da sociedade amapaense”, afirmou.
O presidente da OAB-AP, Israel da Graça destacou a importância da parceria e o compromisso com a categoria e a população. “Tivemos uma reunião produtiva para enfrentar, de forma concreta, o problema do falso advogado. Sabemos que tanto cidadãos quanto advogados já foram vítimas desse golpe. A partir deste diálogo com o TJAP, estruturamos soluções conjuntas que complementam os canais oferecidos pela OAB nacional. Em breve, essas ações serão divulgadas à classe e à população”, frisou.
Entenda o golpe
O golpe do falso advogado é uma fraude cada vez mais comum, na qual criminosos se passam por advogados ou por funcionários de escritórios jurídicos para enganar pessoas, especialmente aquelas que possuem processos judiciais, precatórios ou Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Utilizando dados reais e documentos falsificados com aparência oficial, os golpistas entram em contato por telefone ou aplicativos de mensagens, informando que a vítima teria valores a receber. Para liberar o suposto pagamento, exigem depósitos ou transferências bancárias imediatas, causando prejuízos financeiros às vítimas.
Com a ação conjunta, TJAP e OAB-AP pretendem ampliar a conscientização, reforçar a fiscalização e oferecer canais seguros de verificação para que a população não caia nesse tipo de armadilha.
Assessoria de Comunicação – OAB-AP
Clay Sam
Foto e informações: SECOM TJAP
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